Porque não ter um indígena presidente da Funai em 2016 no governo Temer, nem de brincadeira.


 

 

Pensar-fora-da-caixa2

Olá parentes, estamos em um cenário horrível, momento conturbado politicamente e economicamente, hoje só colocariam um indigena lá primeiro pra calar a boca do movimento. o #OcupaFUNAI é um ato indigena certo, não é ação indigenista não vem de CIMI, FUNAI, ISA etc vem dos povos indígenas, não veio só da APIB vem da população indigena este ato, isso é autonomia política indígena para ter como exemplo.

Quem temos hoje para compor um governo com PMDB, pois tem que ser do governo atual ele não colocarão indigena ligado a partido de esquerda e nem “especialistas” tão mesmo técnico, o cargo de presidente da FUNAI ou de qualquer outra autarquia, fundação e primeiro escalão e é estratégico ao governo, pois o assunto terra, mineração, madeira, extrativismo de minério, águas, estão dentro das terras indígenas maioria alem de campos onde eram florestas, cerrado, sertão, pampas etc estão em locais sagrados indígenas ou territórios o Opor e termos que colocar um indigena para ser usado pelo atual governo, como cala boca e massa de manobra contra nós neste momento Imagina um indigena do porte de Ailton Krenak presidente da Funai? Continuar lendo

Anápuáka, EBC e Histórias


indigena

EBC – Rádios EBC | Programa Bate Papo Ponto Com, esq Anápuáka Tupinambá, apresentação Cadu Freitas.

 

Eu tenho muita gratidão a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) TV Brasil, Agência Brasil, Nacional da Amazônia, Nacional de Brasília, MEC AM e MEC FM, mídias estas que sempre me dão espaços para ouvir me e permitir amplificar as minhas falas sobre pautas indígenas a qualquer momento sem restrição.

Em novembro 2007 no Recife (PE), em minha primeira experiência com a TV Pública, ano quando foi criando a TV Brasil e outros canais ligados a EBC, fui cobrir jogos indígenas e realizar uma experiência de web rádio indígena que eu tentava na época a web rádio brasil indígena (não foi a frente como eu desejava, mas o futuro me aguardava  com algo maior em 2013), fiz a oficina de curtas com a equipe da futura TV Brasil de Brasília e Pontos de Culturas no Ponto de Cultura Cinema de Animação dirigida por Lula Gonzaga, produzimos muitos curtas metragem para o quadro “Outro Olhar” um formato de Jornalismo PARTICIPATIVO e SOCIAL, algo que eu nunca tinha visto. Continuar lendo

“Legislar, Julgar e Executar” os povos indígenas, é ordem dada é ordem cumprida no Brasil a qualquer custo.


demarcacoes-de-terras

O Etnocídio se move em cadencia tão gentil no Brasil e de forma tão legitima no meio governamental jurídico, legislativo e executivo (Pode executar).

No relatório da CPI do Genocídio da Assembléia Legislativa do Mato Grosso do Sul – ALMS ( ou almas?), deu-se com resultado como não houve omissão nenhuma do estado no período de 2000 a 2015, segundo o relatório dos parlamentares. Realmente eles não foram omissos em nada, evidentemente foram presente, desvelado, diligente, solícito, escrupuloso, zeloso, cioso, incerne, dedicado, atencioso, vigilante, atento, deferente, obsequioso, aplicado e cuidadoso para que o GENOCÍDIO ocorresse e financiar com dilapidações de direitos, assim dando meios legais por meio do estado (governo) e manter em curso o extermínio étnico com rotineiros massacres aos povos indígenas com presença de servidores públicos de segurança estaduais e federais e melícias subsidiada por meio a terceirização dos ruralistas, sindicatos, políticos municipais, estaduais e federais, religiosos, holdings, empresas ligadas indiretamente e diretamente ao capital da terras do estado Mato Grosso do Sul e de outros estados da federação envolvidos. Continuar lendo

Cadê o Centro de Referência das Culturas Indígenas do Estado do Rio de Janeiro? Só promessa do Governo do estado?


RETOMAR PARA EXISTIR: A História do líder indígena Cacique Nailton Pataxó


Blog de Yawar Tupinamba

Este documentário realizado através de entrevistas com pessoas ligadas ao movimento indígena, parentes, e reportagens realizadas por empresas de mídia, mostra parte importante da trajetória do Cacique Nailton Muniz Pataxó, indígena de descendência Tupinambá, e sua luta pela reconquista da Terra Indígena Caramuru-Catarina Paraguassu e como, a partir daí, tornou-se um personagem de grande importância no movimento indígena do Brasil.

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