Anápuáka, EBC e Histórias


indigena

EBC – Rádios EBC | Programa Bate Papo Ponto Com, esq Anápuáka Tupinambá, apresentação Cadu Freitas.

 

Eu tenho muita gratidão a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) TV Brasil, Agência Brasil, Nacional da Amazônia, Nacional de Brasília, MEC AM e MEC FM, mídias estas que sempre me dão espaços para ouvir me e permitir amplificar as minhas falas sobre pautas indígenas a qualquer momento sem restrição.

Em novembro 2007 no Recife (PE), em minha primeira experiência com a TV Pública, ano quando foi criando a TV Brasil e outros canais ligados a EBC, fui cobrir jogos indígenas e realizar uma experiência de web rádio indígena que eu tentava na época a web rádio brasil indígena (não foi a frente como eu desejava, mas o futuro me aguardava  com algo maior em 2013), fiz a oficina de curtas com a equipe da futura TV Brasil de Brasília e Pontos de Culturas no Ponto de Cultura Cinema de Animação dirigida por Lula Gonzaga, produzimos muitos curtas metragem para o quadro “Outro Olhar” um formato de Jornalismo PARTICIPATIVO e SOCIAL, algo que eu nunca tinha visto.

Eu conheci no Recife nesta mesma época um grupo de estudantes de Comunicação Social da Universidade de Brasília (Unb) que me abordaram no desembarque do avião, eram uma equipe de estagiários da Rádios EBC, rolou uma entrevista no saguão do aeroporto e dai passamos a trocar pautas, conteúdos, muitas prosas e depois com este contato com pessoal feito pela estagiária Ana Virginia da Rádio Nacional da Amazônia EBC passei a colaborar com pautas indígenas e também participação sobre os temas indígenas não pautados em outras emissoras rádios comercial na Rádio Nacional da Amazônia no Programa Amazônia Brasileira apresentado por Beth Begonha.

Em junho de 2012 na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (CNUDS), conhecida também como Rio+20 eu fazia a cobertura de mídias jogava em todas posições no campo entrevistava e era entrevistado e estava na pauta do Programa Amazônia Brasileira quando por uma gentileza da apresentadora cedeu me como pauta ao um apresentador carioca Cadu Freitas da Rádio MEC AM para o programa Atualidades, este bate papo foi realizado na Unidade Móvel da Rádios EBC, como a pauta do Programa Atualidades caiu rolou um escambo de entrevistado (isso escambo, sim fui produto (rs) ), foi de boa rolou afinidade espiritual e onde conheci esta figura da rádio pública carioca de amplitude modulada “O Cadu Freitas” dai passei a frequentar os estúdios da MEC AM na antiga sede próximo ao Campo de Santana, Centro, Rio de Janeiro (RJ), continuou a vibe parceira sempre produzindo várias entrevistas temáticas indígenas até irem para os novos estúdio na Av. Gomes Freire, 474, onde conheci outros grandes parceiros de mídia públicas na Radio Nacional do Rio de Janeiro o radialista Luiz Augusto Gollo do programa Tema Livre onde pautamos também a assuntos indígenas, com a radialista Denise Viola MEC AM fizemos entrevistas e programetes sobre as mulheres indígenas baseado em noticias da nossa ferramenta de comunicação indígena em parceria com a Rádio Yandê, já na MEC FM com Emilly Krüger sempre recebendo as pautas culturais indígenas da cidade com muito carinho.

Em 20 junho 2013 eu fui convidado a estar com equipe de radialistas das seguintes mídias: Radio-agência Nacional on-line, Rádio Nacional AM Brasília 980KHz, Rádio Nacional FM Brasília 96,1MHz. Rádio Nacional AM Rio de Janeiro 1.130KHz, Rádio MEC AM Brasília 800kHz, Rádio MEC AM Rio de Janeiro 800kHz, Rádio MEC FM Rio de Janeiro 98,9MHz, Rádio Nacional do Alto Solimões AM 670KHz e FM 96,1MHz, Rádio Nacional da Amazônia OC 11.780KHz e 6.180KHz para participar em Rede Nacional via Rádios EBC, comentando sobre os atos e manifestações pelo Brasil e no exterior.

Em 2013 nasce e lanço a Rádio Yandê a primeira rádio online indigena do Brasil e tenho claro todo apoio intelectual e profissional principalmente Cadu Freitas (Programa Bate Papo Ponto Com) e outros radialistas das MEC AM, FM, Nacional do Rio de Janeiro dando aquela força inspiração para seguir em frente pelo direito da comunicação do povos indígenas no Brasil, digo com toda a honestidade, sem ser as Rádios Públicas, Universitárias e Educativas, pois nunca ouve espaço digno para ser dialogar em mídias comerciais do Brasil.

Estive presente em programas especiais e um icônico foi aniversário da Rádio MEC na Estação Carioca do metrô onde o povo estava circulando e participando com auditório montado, já participei em coberturas com Xico Teixeira, já dei uma de produtor (off) claro, eu não sou funcionário e nem contratado, mas sempre ajudando nas geração de pautas indígenas em eventos de educação e cultura onde estavam presente no Rio Grande do Norte, Agência Brasil, Rádios EBC e TV Brasil e demais Tvs Públicas.

Que desejo dizer é sou cidadão que ouve, assisti, lê e participa com interações nas mídias publicas e tenho sempre as respostas destas mídias públicas pra pode sugerir e participar, onde qualquer cidadão que esta lendo este texto terá este espaço em uma mídia comercial e sendo tratado como amigo mais que um colaborador, não como objeto de estatísticas ou traços?

Na mídia comercial sou ouvinte, não ouvido, sou espectador, somente a expectativa mostram  nas mídias sociais dela sou interventor de algo sou um cliente mercadológico. Nas mídias públicas eu sou inicio, meio e fim da informação, noticias, do conteúdo, sou interação eu sou um ser humano que tem espaço como qualquer outro cidadão que venha buscar acesso aos meios de comunicação pública onde eu e meu pares indígenas e demais movimentos sociais sempre fomos tratados com a devida atenção impar, dignidade e respeito.

Anápuáka Muniz Tupinambá Hã hã hãe

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