Anápuáka, EBC e Histórias


indigena

EBC – Rádios EBC | Programa Bate Papo Ponto Com, esq Anápuáka Tupinambá, apresentação Cadu Freitas.

 

Eu tenho muita gratidão a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) TV Brasil, Agência Brasil, Nacional da Amazônia, Nacional de Brasília, MEC AM e MEC FM, mídias estas que sempre me dão espaços para ouvir me e permitir amplificar as minhas falas sobre pautas indígenas a qualquer momento sem restrição.

Em novembro 2007 no Recife (PE), em minha primeira experiência com a TV Pública, ano quando foi criando a TV Brasil e outros canais ligados a EBC, fui cobrir jogos indígenas e realizar uma experiência de web rádio indígena que eu tentava na época a web rádio brasil indígena (não foi a frente como eu desejava, mas o futuro me aguardava  com algo maior em 2013), fiz a oficina de curtas com a equipe da futura TV Brasil de Brasília e Pontos de Culturas no Ponto de Cultura Cinema de Animação dirigida por Lula Gonzaga, produzimos muitos curtas metragem para o quadro “Outro Olhar” um formato de Jornalismo PARTICIPATIVO e SOCIAL, algo que eu nunca tinha visto. Continuar lendo

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“Legislar, Julgar e Executar” os povos indígenas, é ordem dada é ordem cumprida no Brasil a qualquer custo.


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O Etnocídio se move em cadencia tão gentil no Brasil e de forma tão legitima no meio governamental jurídico, legislativo e executivo (Pode executar).

No relatório da CPI do Genocídio da Assembléia Legislativa do Mato Grosso do Sul – ALMS ( ou almas?), deu-se com resultado como não houve omissão nenhuma do estado no período de 2000 a 2015, segundo o relatório dos parlamentares. Realmente eles não foram omissos em nada, evidentemente foram presente, desvelado, diligente, solícito, escrupuloso, zeloso, cioso, incerne, dedicado, atencioso, vigilante, atento, deferente, obsequioso, aplicado e cuidadoso para que o GENOCÍDIO ocorresse e financiar com dilapidações de direitos, assim dando meios legais por meio do estado (governo) e manter em curso o extermínio étnico com rotineiros massacres aos povos indígenas com presença de servidores públicos de segurança estaduais e federais e melícias subsidiada por meio a terceirização dos ruralistas, sindicatos, políticos municipais, estaduais e federais, religiosos, holdings, empresas ligadas indiretamente e diretamente ao capital da terras do estado Mato Grosso do Sul e de outros estados da federação envolvidos. Continuar lendo

Cadê o Centro de Referência das Culturas Indígenas do Estado do Rio de Janeiro? Só promessa do Governo do estado?


RETOMAR PARA EXISTIR: A História do líder indígena Cacique Nailton Pataxó


Blog de Yawar Tupinamba

Este documentário realizado através de entrevistas com pessoas ligadas ao movimento indígena, parentes, e reportagens realizadas por empresas de mídia, mostra parte importante da trajetória do Cacique Nailton Muniz Pataxó, indígena de descendência Tupinambá, e sua luta pela reconquista da Terra Indígena Caramuru-Catarina Paraguassu e como, a partir daí, tornou-se um personagem de grande importância no movimento indígena do Brasil.

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YANDÊ, A RÁDIO DE TODOS


Artigo da coluna “Terra Brasilis” desta semana no jornal Circuito Mato Grosso

No calendário das efemérides nacionais, 7 de novembro, por decreto presidencial de 2006, é reservado ao Dia do Radialista, em homenagem a Ary Barroso, cantor, compositor e radialista que tem merecida fama por sua composição Aquarela do Brasil. Mas, outras datas também comemoram o rádio e o radialista no Brasil. Em 1943, Getúlio Vargas sancionou a lei que fixou um piso salarial aos profissionais. Existem registros de que, na Rádio Nacional, no Rio de Janeiro, houve uma reunião para definir o dia 21 de setembro, data da assinatura do decreto, para comemorar o radialista. A data foi festejada pelas emissoras cariocas, que silenciaram as rádios. O silêncio foi justificado aos ouvintes porque os profissionais saíram às ruas para participar de uma gincana com corrida de calhambeques e churrasco na Quinta da Boa Vista.

 

Depois veio Castelo Branco que determinou 25 de novembro o Dia do Rádio, em homenagem a Roquette-Pinto, considerado o pai da radiodifusão. Três datas a saudar o rádio e o radialista. As datas não provocam confusão alguma: é a voz dos radialistas a inverter a ordem dominante. Não se tem dúvida de que 21 de setembro é a preferida para os festejos.

O rádio acompanha os caminhos da tecnologia ao trazer um novo tipo de transmissão radiofônica: a radioweb ou web rádio, rádio digital, com transmissão via Internet. A exemplo, o Rio de Janeiro é a sede da Rádio Yandê, com horas e horas de músicas de indígenas do Brasil e da América Latina. Yandê, que em Tupi-Guarani significa nós, está no ar 24 horas e tem como propostas contar com a participação de novos “correspondentes indígenas” e valorizar histórias e culturas indígenas, do passado e do presente. Desde 2013, também disponibiliza informações que visam desconstruir “antigos estereótipos e preconceitos ocasionados pela falta de informação especializada em veículos de comunicação não indígenas.”

Yandê é a primeira radioweb indígena do Brasil. Tem como lema “Eu ouço, eu curto e compartilho a cultura indígena”. Entrem nessa onda radiofônica: acessem http://www.radioyande.com para baixar o aplicativo.

 

 

10 MOTIVOS PARA NÃO VOTAR EM JAIR BOLSONARO NEM PARA SÍNDICO


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1 – Declaradamente homofóbico:
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/04/bolsonaro-e-condenado-pagar-r-150-mil-por-declaracoes-homofobicas.html

2 – A favor do golpe militar:
http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2014-04-01/faixa-parabenizando-militares-por-golpe-provoca-confusao-em-sessao-da-camara.html

3 – Misógeno (desprezo pelo gênero feminino):
https://colunastortas.wordpress.com/2014/12/14/misoginia-de-bolsonaro-ganha-destaque-na-midia-internacional/

4 – Falta de decoro (imagina esse cara como Presidente – no exercício das funções diplomáticas – era guerra na certa):
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/bolsonaro-tera-que-pagar-r-10-mil-por-ofender-deputada

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