“Legislar, Julgar e Executar” os povos indígenas, é ordem dada é ordem cumprida no Brasil a qualquer custo.


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O Etnocídio se move em cadencia tão gentil no Brasil e de forma tão legitima no meio governamental jurídico, legislativo e executivo (Pode executar).

No relatório da CPI do Genocídio da Assembléia Legislativa do Mato Grosso do Sul – ALMS ( ou almas?), deu-se com resultado como não houve omissão nenhuma do estado no período de 2000 a 2015, segundo o relatório dos parlamentares. Realmente eles não foram omissos em nada, evidentemente foram presente, desvelado, diligente, solícito, escrupuloso, zeloso, cioso, incerne, dedicado, atencioso, vigilante, atento, deferente, obsequioso, aplicado e cuidadoso para que o GENOCÍDIO ocorresse e financiar com dilapidações de direitos, assim dando meios legais por meio do estado (governo) e manter em curso o extermínio étnico com rotineiros massacres aos povos indígenas com presença de servidores públicos de segurança estaduais e federais e melícias subsidiada por meio a terceirização dos ruralistas, sindicatos, políticos municipais, estaduais e federais, religiosos, holdings, empresas ligadas indiretamente e diretamente ao capital da terras do estado Mato Grosso do Sul e de outros estados da federação envolvidos. Continuar lendo

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Cadê o Centro de Referência das Culturas Indígenas do Estado do Rio de Janeiro? Só promessa do Governo do estado?


RETOMAR PARA EXISTIR: A História do líder indígena Cacique Nailton Pataxó


Blog de Yawar Tupinamba

Este documentário realizado através de entrevistas com pessoas ligadas ao movimento indígena, parentes, e reportagens realizadas por empresas de mídia, mostra parte importante da trajetória do Cacique Nailton Muniz Pataxó, indígena de descendência Tupinambá, e sua luta pela reconquista da Terra Indígena Caramuru-Catarina Paraguassu e como, a partir daí, tornou-se um personagem de grande importância no movimento indígena do Brasil.

Ver o post original 312 mais palavras

YANDÊ, A RÁDIO DE TODOS


Artigo da coluna “Terra Brasilis” desta semana no jornal Circuito Mato Grosso

No calendário das efemérides nacionais, 7 de novembro, por decreto presidencial de 2006, é reservado ao Dia do Radialista, em homenagem a Ary Barroso, cantor, compositor e radialista que tem merecida fama por sua composição Aquarela do Brasil. Mas, outras datas também comemoram o rádio e o radialista no Brasil. Em 1943, Getúlio Vargas sancionou a lei que fixou um piso salarial aos profissionais. Existem registros de que, na Rádio Nacional, no Rio de Janeiro, houve uma reunião para definir o dia 21 de setembro, data da assinatura do decreto, para comemorar o radialista. A data foi festejada pelas emissoras cariocas, que silenciaram as rádios. O silêncio foi justificado aos ouvintes porque os profissionais saíram às ruas para participar de uma gincana com corrida de calhambeques e churrasco na Quinta da Boa Vista.

 

Depois veio Castelo Branco que determinou 25 de novembro o Dia do Rádio, em homenagem a Roquette-Pinto, considerado o pai da radiodifusão. Três datas a saudar o rádio e o radialista. As datas não provocam confusão alguma: é a voz dos radialistas a inverter a ordem dominante. Não se tem dúvida de que 21 de setembro é a preferida para os festejos.

O rádio acompanha os caminhos da tecnologia ao trazer um novo tipo de transmissão radiofônica: a radioweb ou web rádio, rádio digital, com transmissão via Internet. A exemplo, o Rio de Janeiro é a sede da Rádio Yandê, com horas e horas de músicas de indígenas do Brasil e da América Latina. Yandê, que em Tupi-Guarani significa nós, está no ar 24 horas e tem como propostas contar com a participação de novos “correspondentes indígenas” e valorizar histórias e culturas indígenas, do passado e do presente. Desde 2013, também disponibiliza informações que visam desconstruir “antigos estereótipos e preconceitos ocasionados pela falta de informação especializada em veículos de comunicação não indígenas.”

Yandê é a primeira radioweb indígena do Brasil. Tem como lema “Eu ouço, eu curto e compartilho a cultura indígena”. Entrem nessa onda radiofônica: acessem http://www.radioyande.com para baixar o aplicativo.

 

 

10 MOTIVOS PARA NÃO VOTAR EM JAIR BOLSONARO NEM PARA SÍNDICO


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1 – Declaradamente homofóbico:
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/04/bolsonaro-e-condenado-pagar-r-150-mil-por-declaracoes-homofobicas.html

2 – A favor do golpe militar:
http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2014-04-01/faixa-parabenizando-militares-por-golpe-provoca-confusao-em-sessao-da-camara.html

3 – Misógeno (desprezo pelo gênero feminino):
https://colunastortas.wordpress.com/2014/12/14/misoginia-de-bolsonaro-ganha-destaque-na-midia-internacional/

4 – Falta de decoro (imagina esse cara como Presidente – no exercício das funções diplomáticas – era guerra na certa):
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/bolsonaro-tera-que-pagar-r-10-mil-por-ofender-deputada

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Suposto “Pajé” que se diz da etnia Caramuru Tupinambá em SP, é descoberto e líderes e Cacique Tupinambá pedem que a justiça os ajude. Veja o vídeo diretamente da aldeia


  • Há muito tempo e poem tempo nisso, vejo muito falsos indígenas e pessoas que dizem representar etnias como líderes ou pajés, no passado não tão longe chegou até criar uma lista de nomes “índio” e de “branco” destes picaretas, a lista foi idealizada e documentada por dona Eunice Cariri, da Casa do Índio, na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, RJ.

    Diga se de passagem ótimo trabalho que é realizado na Casa do Índio, mas não é destacado com seu valor real. Trabalho feito na marra com apoio da sociedade e organizações civis. Mas o tempo continua passando e não reduz os picaretas, charlatões, golpistas Brasil a fora, pessoas equivocadas, em posse de uma lei que ampara os indígenas do Brasil este mesmo a utilizam para entrar no rol de indígenas, usando a autodeclaração que foi bom e também perigoso demais nações que se amparam juridicamente para gozar de seus direitos de povos originários.

    Vou a apresentar para vocês meus amigos dois vídeos, o primeiro de um homem que esta atuando principalmente em São Paulo, e também em o todo Brasil e no exterior usando da boa fé para dilapidar benefícios pessoais, nome do cidadão é (Fabiano Araújo Carneiro) esta no Facebook seu outro nome “Akaiê Sramana” e se diz da etnia Caramuru Tupinambá”. Como eu sou do Território Indígena Caramuru, sou Tupinambá, meu povo é do sul da Bahia, e se fo Tupinambá desta localidade é de minha família. Informo para vocês não é de minha família, não e de meu povo, não é de nossa comunidade.

    Entrei em contato com o cacique do povo Tupinambá de Caramuru Catarina Paraguassu no município de Pau Brasil na Bahia, pedi uma posição as lideranças e caciques não só dos Tupinambá, explicando sobre a falsidade ideológica a sociedade civil e mídias. O cacique Nailton Muniz nos enviou um vídeo (o segundo que apresentaremos), com o repúdio, posição dele como cacique e de demais lideres indígenas da região e orientando a autoridades competente agir conforme a lei e os crimes cometidos por ele por onde tenha passado os golpes usando a imagem e identidade dos povos indígenas da etnia Tupinambá de Caramuru, em Pau Brasil, BA.

    Grato ao jovem líder Tupinambá Rodrigo Muniz, que se empenhou em captar o vídeo denúncia.

    Primeiro vídeo: (Suspeito) foi colocado em modo PRIVADO pelo canal do Jornal Agora é Sério, para obstruir a investigação criminal.

     

Canal You Tube:  Jornal Agora é sério

Mas republico o backup do vídeo enviada por internautas

 

Segundo Vídeo (Posição das Lideranças Indígenas sobre o golpista)

Vídeo Rodrigo Muniz

Tem mais denúncias do Povo Yawanawa (AC), segue o print screen do post do perfil do Facebook:

 

Por: Julia Yawanawa: http://bit.ly/JuliaYawanawaJulia Yawanawa

Fala da Indígena Julia Yawanawa: http://bit.ly/JuliaYawanawa

 

Por: Anápuáka Muniz Tupinambá Hã hã hãe